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A Dra. Milena Liorci e sua equipe entendem a importância da personalização e humanização necessárias para o atendimento de doenças proctológicas, sabendo que é necessário individualizar cada caso para obter o sucesso em cada tratamento. Com uma formação médica sólida e com experiência prática composta por residências médicas tradicionais e estágios internacionais na França e EUA, está capacitada a proporcionar os mais modernos tratamentos da área. Atende na Clínica PROCAD.

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MÉTODO THD – tratamento para hemorróidas

O método THD é a uma resposta eficaz aos problemas ligados à doença hemorroidária.

Quem sofre ou sofreu de hemorróidas, conhece bem a grave indisposição provocada pela doença: sangramento, prolapso mucoso e dor consequente ao tratamento cirúrgico com métodos tradicionais.

O método THD enfrenta e resolve eficazmente estes problemas: reduz o hiper-fluxo arterial nas hemorróidas e corrige o eventual prolapso reposicionando a mucosa em sua sede natural. O tratamento cirúrgico é realizado numa região desprovida de terminações nervosas limitando, de tal forma, o problema principal dos tratamentos cirúrgicos tradicionais: A DOR.

O tratamento cirúrgico com o método THD além disso é pouco invasivo pois não comporta o corte de tecidos e é muito seguro.

THD é um método avançado no tratamento das hemorróidas pois revoluciona a abordagem cirúrgica à doença hemorroidária, garantindo eficácia do resultado e reduzindo ao mínimo os níveis de invasividade, dor e stress para o paciente.

Resultado de imagem para THD HEMORROIDAS

COLONOSCOPIA

A colonoscopia é o exame endoscópico do intestino grosso. Normalmente é realizada sob sedação para conforto do paciente, permitindo diagnóstico por meio de biópsia e retirada de lesões intestinais.

Saiba mais sobre esse procedimento no artigo do Dr. Daniel de Carvalho Damin:http://goo.gl/yLLvU5

‪#‎coloproctologia‬ ‪#‎SBCP‬ ‪#‎saudedointestino‬ ‪#‎colonoscopia‬

DDW 2015- Washington

DDW – 2015 . Digestive Disease Week

 

 

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CONGRESSO BRASILEIRO DE COLOPROCTOLOGIA – 2014

Digestive Disease Week – Chicago 2014

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Digestive Disease Week – Chicago 2014

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Redução de casos de câncer colorretal acompanhou aumento de colonoscopias

EUA: Redução de casos de câncer colorretal acompanhou aumento de colonoscopias

fonte: Veja

Dados divulgados nesta segunda-feira nos Estados Unidos aumentam as evidências de que a colonoscopia é essencial para prevenir e curar o câncer colorretal. Segundo os números, a taxa de americanos com mais de 50 anos que já fizeram o exame triplicou nos últimos dez anos — no mesmo período, a incidência da doença nesta faixa etária caiu 30%. Os dados fazem parte da pesquisa Estatísticas do Câncer Colorretal 2014, que será publicada na próxima edição do periódico CA: A Cancer Journal for Clinicians.

No Brasil, o colorretal é o terceiro tipo de câncer mais comum entre mulheres e o quarto mais prevalente entre os homens, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). O órgãoestima que, neste ano, haverá mais de 32 000 novos casos da doença no país. Esse câncer é caracterizado por tumores que atingem um segmento do intestino grosso (o cólon) e o reto. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que crescem na parede do intestino, e removê-los ajuda a evitar que o câncer apareça. Daí a importância da colonoscopia para detectar as lesões antes de se tornarem malignas. O Inca recomenda que pessoas com mais de 50 anos passem anualmente por um exame que pesquisa sangue oculto nas fezes. Se o resultado for positivo, indica-se a colonoscopia.

Segundo o estudo americano, a taxa de câncer colorretal nos Estados Unidos entre pessoas com mais de 50 anos caiu, em média, 3,9% ao ano entre 2001 e 2010. No entanto, essa incidência cresceu cerca de 1,1% ao ano em indivíduos com menos de 50 anos.

Um dos dados mais surpreendentes da pesquisa revelou que, entre idosos com mais de 65 anos, a taxa da doença caiu 3,6% ao ano entre 2001 e 2008, mas passou a diminuir em 7,2% ao ano entre 2008 e 2010. De acordo com a Sociedade Americana do Câncer, essa queda mais acentuada se deve ao fato de esse público ser o que mais se submete à colonoscopia. Segundo o estudo, 64% dos americanos com mais de 65 anos disseram já ter feito o exame em 2010. Essa taxa, por outro lado, é de 55% entre pessoas de 50 a 64 anos.

Os dados ainda mostraram que, assim como a incidência, o número de mortes provocadas pelo câncer colorretal também caiu nos Estados Unidos. Entre 2001 e 2010, a taxa de mortalidade pela doença diminuiu 3% ao ano — na década de 1990, essa queda foi de 2% ao ano. “Esses números mostram o potencial que o rastreamento pela colonoscopia tem em salvar vidas. Manter essa tendência exige esforços para garantir que todos os pacientes tenham acesso ao exame”, diz Richard Wender, chefe do escritório de controle do câncer da Sociedade Americana do Câncer.

Colonoscopia reduz em 56% risco de morte por câncer de intestino

 

A incidência do tumor de intestino vem crescendo– já é o quarto mais frequente no Brasil–, assim como a recomendação médica para que se faça a temida colonoscopia, exame que detecta precocemente possíveis lesões.

 

Dois estudos recentes feitos nos EUA e publicados no “New England Journal of Medicine” avaliaram a eficácia da colonoscopia e de um exame de fezes que busca detectar sangue no material.

 

Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress

 

A colonoscopia, mais cara e com mais riscos de efeitos colaterais, reduziu em 56% o risco de morte pelo tumor em uma população de 89 mil pessoas seguidas por 20 anos.

 

Já o exame de sangue oculto nas fezes, mais barato e simples, diminuiu o risco de morte em 32% em um grupo de 46,5 mil pacientes acompanhados por 12 anos.

 

“Se o objetivo é de rastrear o câncer colorretal, o exame de fezes é perfeito. É de baixo custo, fácil de fazer. Mas tem baixa sensibilidade para diagnosticar lesões precocemente. Os pólipos geralmente não sangram até se tornarem lesões avançadas”, explica Benedito Rossi, especialista em câncer colorretal do Hospital Sírio-Libanês.

 

“A vantagem da colonoscopia é poder fazer tanto a remoção de pólipos com potencial de câncer quanto o diagnóstico precoce do tumor.”

 

Segundo Carlos Walter Sobrado, presidente da Sociedade Brasileira de Coloproctologia, a colonoscopia é o exame ideal para realizar o rastreamento por sua maior sensibilidade e especificidade. “Mas o alto custo e o fato de ser um método invasivo limitam sua maior utilização.”

 

Por isso, explica, o protocolo de rastreamento mais usado para a população de baixo risco é a pesquisa anual de sangue oculto nas fezes.

 

Atualmente, está sendo testado um novo exame (DNA fecal) que procura identificar nas fezes a presença de tecidos que contenham mutações genéticas que são frequentes no câncer colorretal.

 

“O Brasil não dispõe de infraestrutura nem para realizar o exame de fezes na população, muito menos para a colonoscopia. Temos falta de aparelhos nos serviços públicos e de médicos treinados e habilitados”, diz Sobrado.

 

Benedito Rossi lembra, porém, que a colonoscopia pode falhar em cerca de 20% dos casos. “As falhas estão ligadas à falta de experiência do médico, a uma limpeza inadequada do intestino para o exame ou mesmo a problemas com o aparelho.”

 

O exame também está a associado a complicações, como perfuração (uma em cada mil exames), hematomas, sangramento e dor.

 

Um estudo publicado no “Archives of Internal Medicine” relata que uma em cada cem pessoas sofre efeitos adversos após a colonoscopia e vai parar no hospital. O mais frequente é a dor abdominal.

 

PREVENÇÃO

 

Praticar exercícios físicos regularmente, evitar alimentos ricos em gordura animal, embutidos e carnes industrializadas e aumentar o consumo de fibras é a melhor forma de prevenir o câncer intestinal, segundo especialistas.

 

“As fibras aumentam o bolo fecal e diminuem o tempo do trânsito intestinal, o que favorece o bom funcionamento intestinal e previne os tumores”, diz o coloprotoctologista Carlos Walter Sobrado.

 

Segundo ele, também tem sido relatado o papel de micronutrientes, como selênio, cálcio e folatos, e das vitaminas A, B, C e E como inibidores do desenvolvimento do tumor, mas ainda faltam estudos sólidos para comprovar isso.

 

Outra forma de prevenção é estar atento aos primeiros sintomas da doença, como sangramento nas fezes, cólicas abdominais, alteração do hábito intestinal e emagrecimento sem causa aparente. “Às vezes são confundidos com problemas intestinais como hemorroidas, síndrome do intestino irritável e colite.”

 

 

referencia: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/10/1350436-colonoscopia-reduz-em-56-risco-de-morte-por-cancer-de-intestino.shtml

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